Bernardo, o menino de 12 anos, aluno do ensino fundamental que aprovou no vestibular da UERJ e já soma mais de 80 medalhas em olimpíadas de Matemática

Bernardo, o menino de 12 anos, aluno do ensino fundamental que aprovou no vestibular da UERJ e já soma mais de 80 medalhas em olimpíadas de Matemática

Com apenas 12 anos, o menino que ainda está no ensino fundamental encarou o vestibular da UERJ por curiosidade, passou em Matemática e já soma mais de 80 medalhas em olimpíadas do conhecimento.

Não foi um treino qualquer. Aos 12 anos, ainda no sétimo ano do ensino fundamental, Bernardo Vinício Manfredini decidiu fazer o vestibular da UERJ para testar até onde seu conhecimento em Matemática já podia chegar. O resultado virou notícia: ele foi aprovado no curso de Matemática e reforçou uma trajetória que já chama atenção pelo volume de medalhas em olimpíadas acadêmicas acumuladas tão cedo.

Bernardo mora em São Pedro da Aldeia, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro, estuda no Colégio Silva Serpa e, segundo a família, fez a prova sem qualquer plano de entrar agora na universidade. A ideia era entender como funciona um processo seletivo de ensino superior, lidar com a pressão da prova e medir o próprio desempenho diante de um exame bem mais avançado do que o conteúdo esperado para a sua idade.


A curiosidade virou aprovação no vestibular da UERJ

O caso ganhou força justamente por esse detalhe: Bernardo não foi ao vestibular da UERJ porque precisava de uma vaga agora. Ele quis experimentar o processo e ver como se sairia em uma seleção real para a área de Exatas. Segundo o relato publicado pelo Terra, ele avançou para a etapa discursiva e acabou aprovado em Matemática depois de encarar a prova como encara as olimpíadas do conhecimento das quais já participa há anos. (Terra)

No modelo oficial do Vestibular Estadual da UERJ, o caminho até a vaga passa por Exames de Qualificação com questões objetivas e pelo Exame Discursivo, composto por redação e duas provas de disciplinas específicas conforme o curso escolhido. Foi dentro dessa estrutura que o menino do ensino fundamental conseguiu um resultado que poucos candidatos muito mais velhos alcançam.

Matemática apareceu cedo e nunca mais saiu da rotina

A ligação de Bernardo com a Matemática começou antes mesmo da vida escolar ganhar ritmo. A mãe dele relatou que, ainda pequeno, o filho já demonstrava atenção incomum para números de casas, placas e sequências numéricas nas ruas. Depois, no primeiro ano do ensino fundamental, a escola percebeu a facilidade acima da média e passou a oferecer materiais além do conteúdo da série, permitindo que ele avançasse no próprio ritmo.


Com o tempo, essa facilidade deixou de ser apenas um traço de curiosidade infantil e virou uma trilha de alto desempenho. A família também descobriu que Bernardo é uma pessoa com altas habilidades, e o incentivo foi direcionado para ampliar repertório sem transformar o aprendizado em uma corrida apressada por aceleração escolar.

Mais de 80 medalhas em olimpíadas colocaram o nome do menino em outro patamar

Desde 2024, Bernardo passou a fazer aulas extras de Matemática voltadas para competições acadêmicas. Segundo o Terra e o Brasil Escola, ele já soma mais de 80 medalhas em olimpíadas do conhecimento. Entre os resultados citados estão ouro na Olimpíada de Matemática do Estado do Rio de Janeiro, prata nacional na Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas e bronze na Olimpíada Brasileira de Matemática.

A medalha de bronze na OBM ganhou destaque regional. Em dezembro de 2025, o portal RC24H informou que Bernardo, aos 12 anos, conquistou a primeira medalha da Região dos Lagos na competição em 47 anos de participação, além de já acumular dezenas de premiações nacionais e internacionais. Esse histórico ajuda a explicar por que o vestibular da UERJ, para ele, foi encarado quase como mais um desafio de raciocínio de alto nível.


A rotina vai muito além da sala de aula

Mesmo com o foco em Matemática, a rotina do estudante não gira em torno de uma única disciplina. De acordo com o Terra, Bernardo estuda pela manhã e, à tarde, participa de outras atividades, como tênis de mesa, programação, robótica, xadrez, piano e mandarim. O movimento da família é claro: estimular o talento sem reduzir a infância e a adolescência a uma única meta acadêmica.

Esse ponto muda o peso da história. A aprovação no vestibular da UERJ não está sendo tratada pelos pais como atalho para pular etapas, mas como sinal de que o menino está no caminho certo e precisa continuar aprendendo com profundidade, repertório e equilíbrio. A própria mãe afirmou que não há plano de aceleração de série nem de matrícula via Justiça neste momento.

Por que ele não vai entrar agora na universidade

A aprovação em Matemática chamou atenção, mas não vai virar ingresso imediato no ensino superior. Segundo a família, o combinado desde o começo era usar o vestibular da UERJ como experiência de aprendizado. O objetivo era entender o funcionamento da prova, conhecer o ambiente de seleção, lidar com o nervosismo, comparar o nível das questões com as olimpíadas e transformar até os erros em estudo para os próximos desafios.

No fim, é exatamente isso que faz a história crescer. Bernardo ainda está no ensino fundamental, mas já mostrou que consegue enfrentar um vestibular universitário, sustentar desempenho em Matemática e empilhar medalhas em olimpíadas em uma idade em que a maioria dos estudantes ainda está começando a descobrir do que gosta. E, pelo que a própria trajetória indica, essa aprovação parece muito mais um começo do que um ponto fora da curva isolado.


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