O MEC empossa reitores de oito instituições federais de ensino e destaca investimentos recordes em infraestrutura acadêmica
Em uma cerimônia marcante realizada em Brasília, o Ministério da Educação (MEC) empossou, na terça-feira (26), os novos reitores e reitoras de oito instituições federais de ensino. O evento, que contou com a presença do ministro Leonardo Barchini, reafirmou o compromisso do governo com a autonomia das universidades e a gestão democrática nas comunidades acadêmicas.
Os empossados incluem os gestores da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab), Universidade Federal de Goiás (UFG), Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Universidade Federal de Alfenas (Unifal-MG), Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), Instituto Federal do Tocantins (IFTO) e Instituto Federal Baiano (IF Baiano).
“A educação pública e gratuita brasileira tem um futuro promissor. Espero que todos nós estejamos à altura desse desafio e dessa bênção”, afirmou o ministro Leonardo Barchini.
Durante seu discurso, Barchini enfatizou a importância do otimismo na educação, destacando que o número de estudantes no ensino superior saltou de 3 milhões para 11 milhões. Ele também mencionou o crescimento do Fundeb e a criação de um fundo de infraestrutura com recursos do Pré-Sal, além de programas de financiamento para a educação profissional.
O ministro anunciou um investimento total de R$ 608,3 milhões do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC) voltados para a construção de novos campi, moradias estudantis e melhorias em infraestrutura nas universidades e institutos federais.
Desenvolvimento e infraestrutura nas universidades federais
Os novos reitores enfrentam a responsabilidade de conduzir suas instituições em um momento de expansão significativa. A Unilab, por exemplo, receberá R$ 93,2 milhões do Novo PAC para a construção de um novo campus em Baturité, que começará a oferecer o curso de medicina em 2024.
A UFG, sob a liderança da professora Sandramara Matias Chaves, também será beneficiada com R$ 92 milhões para a implementação do Campus Cidade Ocidental, que iniciará suas atividades acadêmicas em agosto de 2025.
A UFSM, agora sob a direção de Martha Bohrer Adaime, contará com R$ 19,5 milhões para obras de infraestrutura, incluindo moradias e novas salas de aula. A UFMG, com o professor Alessandro Fernandes Moreira como novo reitor, receberá R$ 51,7 milhões para melhorias em seus campi.
Expansão dos Institutos Federais e novos programas
O IFTO, que agora é dirigido pela professora Paula Karini Dias Ferreira Amorim, receberá R$ 25 milhões para a construção do Campus Tocantinópolis. Já o IF Baiano, sob a liderança da professora Ozenice Silva dos Santos, contará com R$ 100 milhões para a implantação de quatro novos campi, aguardando a conclusão das obras em 2026.
A UFSB, liderada pelo professor Fabrício Berton Zanchi, se beneficiará com R$ 111,2 milhões em investimentos, incluindo a expansão do Campus Jequié, que começou a funcionar em março de 2026.
Esses investimentos refletem o compromisso do governo federal em fortalecer a educação pública e garantir que as instituições federais possam atender à crescente demanda por ensino superior de qualidade no Brasil.
Com estas mudanças, espera-se que a educação brasileira entre em uma nova fase de desenvolvimento, com mais oportunidades para estudantes e um fortalecimento das políticas de inclusão e permanência. Acompanhe as novidades e compartilhe suas opiniões sobre o futuro da educação no Brasil!




