MEC liberou 274.876 vagas no Sisu 2026! Veja quem pode participar, como usar sua melhor nota do Enem (2023–2025), datas de inscrição/matrícula e o passo a passo para garantir sua vaga na universidade pública.
Agora, o que muda de verdade para quem sonha com a faculdade é o tamanho da oportunidade — e o timing. Serão vagas distribuídas em 7.388 cursos, dentro de 136 instituições públicas, com inscrições gratuitas e totalmente online, o que coloca milhões de estudantes diante de uma escolha decisiva: transformar a nota do Enem em matrícula e, finalmente, em diploma.
E é justamente aí que o jogo começa.
Quem pode participar do Sisu 2026?
Antes de qualquer coisa, é preciso ter “bilhete” para entrar. Para participar do Sisu 2026, o candidato deve ter feito o Enem 2023, Enem 2024 ou Enem 2025, sem ter sido treineiro.
Além disso, existe um detalhe que elimina muita gente sem perceber: é obrigatório ter tirado nota maior que zero na redação para que aquela edição do Enem seja considerada válida no sistema.
E, como o processo envolve também políticas públicas de inclusão, quem quiser concorrer por cotas (Lei nº 12.711/2012) precisa preencher o cadastro socioeconômico e selecionar corretamente a modalidade durante a inscrição, assumindo responsabilidade pelas informações e documentos comprobatórios.
Com os requisitos em dia, o próximo passo é estratégia.
Como funciona a inscrição e a seleção no Sisu 2026?
A inscrição é simples no papel, mas decisiva na prática. O Sisu permite escolher até duas opções de curso, definindo instituição, turno e local de oferta, tudo dentro do Portal Único de Acesso ao Ensino Superior.
Na prática, a seleção acontece por nota, com base na média ponderada exigida por cada curso — e o próprio sistema faz um cálculo automático importante: ele escolhe, entre as edições válidas do Enem (2023–2025), aquela que dá ao candidato a melhor média ponderada para cada opção de curso. Ou seja, o Sisu tende a “puxar” sua melhor combinação, respeitando as regras de ações afirmativas e evitando edições inválidas (treineiro ou redação zero).
A partir daí, entra a leitura do cenário: nota de corte.
Como consultar vagas e nota de corte no Portal do Sisu?
Muita gente deixa para olhar tudo “no susto”, mas dá para planejar. No Portal do Sisu, é possível consultar previamente a oferta por curso, instituição, município, turno e modalidade de concorrência, o que ajuda a comparar caminhos com calma.
Durante o período de inscrição, o sistema ainda apresenta notas de corte parciais (atualizadas periodicamente), servindo como um termômetro para ajustar a estratégia: trocar a 1ª/2ª opção, mudar turno, ou buscar outro campus/município.
Esse é o tipo de detalhe que separa quem “torce” de quem “decide”, porque a classificação considera a última alteração confirmada no sistema até o fim do prazo.
E, quando o relógio fecha, começa a contagem regressiva do resultado.
Quando sai o resultado do Sisu 2026 e como é a matrícula?
O cronograma oficial já está definido e é curto. As inscrições vão de 19 a 23 de janeiro de 2026 (até 23h59), o resultado da chamada regular sai em 29 de janeiro, e a matrícula/registro acadêmico começa a partir de 2 de fevereiro de 2026, conforme prazos e procedimentos de cada instituição.
Depois disso, entra a segunda chance que costuma salvar muita gente: a lista de espera. A manifestação de interesse ocorre de 29 de janeiro a 2 de fevereiro (23h59), e as convocações pelas instituições aparecem no calendário do portal a partir de 11 de fevereiro — sempre seguindo editais próprios de cada universidade/IF para datas, locais (campus) e documentação.
Com as datas na mão, vale entender o tamanho do mapa.
O Sisu 2026 espalha vagas pelo Brasil inteiro, reforçando a interiorização do ensino superior. Minas Gerais, Rio de Janeiro e Bahia aparecem entre os estados com maior volume, enquanto unidades com menor população também entram no jogo, como Acre e Roraima — um desenho que amplia o acesso além das capitais.
Ao mesmo tempo, a expansão de infraestrutura e criação de novos campi ganha força com investimentos do Novo PAC, que prevê implantação de novas unidades e reforço da rede federal. Isso ajuda a explicar por que a disputa não é só por “uma vaga”, mas por um lugar onde estudar, em que cidade viver e que futuro construir.
E, claro, algumas áreas viraram “os holofotes” do momento.
Há crescimento na oferta ligada a STEM (ciência, tecnologia, engenharia e matemática), com destaque para cursos conectados à transformação digital — inclusive formações citadas em levantamentos recentes sobre inteligência artificial e computação. Ainda assim, a lista completa de cursos varia por instituição, campus e município e deve ser verificada dentro do próprio portal.
São 7.388 cursos gratuitos de graduação ofertados
O edital confirma que são 7.388 cursos, essa listagem fica no portal, filtrada por instituição/município/local de oferta.
Confira abaixo uma lista dos cursos gratuitos de graduação ofertados:
- Agronomia
- Ciência da Computação
- Sistemas de Informação
- Engenharia de Computação
- Análise e Desenvolvimento de Sistemas
- Ciências Biológicas
- Pedagogia
- Matemática
- História
- Geografia
E, para os “polos/unidades” (presencial), a regra é esta.
Quando o curso for presencial, o local de oferta (campus/unidade/município) aparece na consulta do Sisu e também no Termo de Adesão e no edital específico de cada instituição; por isso, a confirmação do campus e do endereço de matrícula deve ser feita diretamente na universidade/IF escolhido.
As inscrições ficam abertas de 19/01/2026 até 23h59 de 23/01/2026, e o acesso é exclusivamente online pelo Portal Único do MEC. Inscreva-se dentro do prazo e revise suas duas opções antes de confirmar: é isso que decide sua classificação.







